sexta-feira, 4 de março de 2011

[ ... ] this sadness


E essa história novamente se repete. É como se eu estivesse com muitas gentes, mas na verdade eu estou sozinha. Nem o calor de meus familiares tenho, apenas tenho o apoio do meu anjo da guarda que são poucos, mas aqueles que eu posso chamar de verdadeiros amigos. Sinto as vezes vontade de morrer só de pensar que posso perde-los, mas não porque eles vão está sempre ali, mas porque eles já fazem parte da minha história, e por mais que seja uma caminhada de preocupações, insanidades, tristezas, inimizades, e algumas vezes alegrias. Eu queria poder mostrar quem eu realmente sou para muitos, mas parece que nessa sociedade pagã apenas os fortes sobrevivem, e eu que tento ser forte por muitas das vezes acabo caindo...
Eu ainda vou tentar me levantar novamente, pode ter certeza, que uma vez eu disse: cair é a coisa mais fácil de se fazer, mas ergue-se diante do inimigo é a coisa mais forte. Por isso eu vou lutar por um espaço meu, por mas, que eu esteja fraca no momento, eu sei que posso contar com a ajuda dessas pessoas que estão no momento ao meu lado, e brevemente irei esfregar na cara do inimigo que eu não sou tão fraca, pois a corrente da esperança e amizade sempre estarão comigo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PLEASE PLEASE!

Não é como se eu fosse me importar caso você fosse embora. Não é como se fosse doer, ou como se eu fosse te mandar cartas após beber meia garrafa de gim porque não suportei não encontrar seus braços ao meu alcance. Não é. Pra mim tanto faz. Ficar. Ir. Quem realmente se importa? Não me olhe com esse ar de desconfiança, de quem acha que tudo não passou de um plano diabólico para, no final, rir de toda essa droga. Apenas me olhe mais uma vez e comprove, o quão falsa eu posso soar. O quão patética pode ser minha voz ao dizer que eu também amo você.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Um dia se cai,,

Não sei ao certo, mas sei o suficiente para conviver bem comigo. Primeiramente tenho que admitir que seja um complexo de EU’s... Sou no mínimo dual, pois desses EU’s consigo identificar bem o que sente e o que pensa. Talvez essas sejam as minhas facetas dominantes. O EU que sente costume me conduzir pelos caminhos enquanto o EU que pensa fica a me alfinetar, no intuito de desviar os meus passos do itinerário escolhido... Ou será o contrário? Só sei que no final acabam se entendendo. Outra dualidade refere-se à minha maneira de enfrentar as dificuldades do cotidiano. Em termos de fragilidade sou metade cristal e metade diamante, acho que sou um cristal por fora e um diamante por dentro... Ou será o contrário?Tem mais uma coisa relevante em mim, e disso não sei ao certo se gosto... É que não tenho medo. Melhor dizendo, o medo não me amedronta... É bem verdade que de altura tenho pavor, mas acredito que sei voar! Considero-me uma pessoa feliz, "fico triste só para descansar". Meus alicerces estão em coisas internas e sólidas, por isso as instabilidades do cotidiano dificilmente me abalam. Muitas vezes até me norteiam, pois servem tal como uma tapa na cara de um histérico... Acordam para a realidade!Enfim, sou uma eterna menina - sonhadora. Mas uma forte mulher – realizadora. Gosto de intensidades e de mistérios. Fascina-me a voz do silêncio e as palavras do olhar... "o que me guia é um senso de descoberta." Assim, sigo tentando permanecer em equilíbrio na corda bamba esticada sobre o meu caminho... Se cair? Levanto outra vez!
Difícil mesmo, é pensar que na maioria das vezes eu estou odiando alguma coisa. Seja lá o que for que odeio tanto, vivo basicamente por este não suportar muitas coisas, mais como suportar pessoas que são tão pessoas, sentimentos que são tão sentimentos.
Não sei se só eu penso assim, mais impossível suportar a ideia de que pareço já ter vivido tudo isto, e sei como agir cada pequeno pedaço de cada pequeno ser, e engraçado mesmo é pensar que quase nunca me surpreendo e quando acontece me parece ser roubado uma parte única de mim. O conhecimento de algo que nem eu mesma saberia explicar. Não sei explicar e quando tento o fazer pareço me perder em milhares de pedaços estranhamente malucos e sem nexos, mais é como se eu soubesse como cada passo pode ser dado, como se cada pequeno gesto fosse já previsto por mim a algum tempo, e isso me irrita pelo fato de eu simplesmente 'saber'. Paradoxo e irônico pensar assim. Afinal o que mais busco é saber, mais quanto mais sei do outro, mais me limito a ser 'Eu', mais passo a ser a metade estranha e dolorida de querer odiar um todo. Nem sei se de todo mal isso seja válido, sei que de todo mal sou eu feita, o que de fato não é tão ruim. Afinal mal é um dos poucos prazeres que resta ao ser, o poder ser maligno para poder se sentir imenso e pequeno ao mesmo tempo, e o que ainda mais me irrita é esta necessidade imensa de eu querer me explicar, como se fosse aliviar algo para mim mesma, como também fazem a maioria das pessoas, tentam se justificar de o porque serem, ou agirem. Simplesmente aprende-se com o tempo que explicar-se, ou querer explicar o outro é tão impossível quanto saboroso e inóspito. Porém, contraditório é realmente pensar que vivemos por um único e imenso fim
Dor é assim mesmo, arde, depois passa. Que bom. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. Que pena. A gente acha que não vai agüentar, mas agüenta: as dores da vida. Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás. Você acha que não, porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe. A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.


Eu diria bem-feito, se tu morresses na solidão.
Mas se hoje não acabar e amanhã eu não acordar, sabendo que tu se importa,
eu erraria em acabar. Eu vou fazer como eu sempre quis,
fazer alguém muito feliz, sem pensar, sem duvidar, sem saber se vale a pena.
E não, vou mais pensar que as coisas são ruins, eu
não deixarei a minha vida acabar assim.

+++ Cansei de chorar por você

É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota. Acredite em você mesmo, pois é só voce que pode se alto julgar. Ouse, arrisque e nunca se arrependa. Não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguem nunca precisou de restos para ser feliz .

Nem acredito mais, é apenas (...)

Uma dor muito chata. . . Incomoda. Fere tanto, me faz desabar de uma forma que não parece nem mesmo ser real de tão fundo que é o abismo que eu acabo tropeçando e caindo. Eu desço e desço como nunca antes, e eu me sinto sozinha lá embaixo. . . E eu não gosto de ficar sozinha, porque isso machucando muito mais no peito. . . Do que estar com pessoas falsas. . .Não. Não é assim, eu me sinto mal estando com elas também! Ela me faz mal, e eu não consigo conviver com isso, e eu acho que às vezes aquele abismo que eu venho abominando é o melhor lugar do mundo pra me enfiar todas as vezes que eu percebo que essas pessoas falsas são as que eu mais gosto e mais admirava.Agonia. Uma agonia que me sufoca me engole, me. . . Mata. Eu me sinto tão presa à algo e alguém que eu nem sei o que é ou quem é, e isso me deixa quebrada, partida. . . Como tomar um rumo sem saber a direção correta que eu devo ir? Meus instintos já sumiram e se apagaram da minha mente, do meu corpo, e nada mais eu consigo trilhar por vontade própria. Tornou-se mais difícil ainda respirar se eu realmente não sentir meu corpo gritar por ar, ignorando o torpor maldito que me adornar me tirando todo o tino de uma realidade inconsistente.Se eu morrer. . . Eu talvez seja a ultima, a saber; obrigada ao meu torpor.

(...) É assim um . . .

Vazio. Uma sensação engraçada... Às vezes é a pior das coisas que você pode sentir, mas não é pior do que amor. Amor é um nojo... Não gosto dele, não gosto de senti-lo. Eu acho que deveriam parar de achar que a solução para a paz mundial é o amor entre os irmãos e as nações... Tsc, eu quero então é que se faça guerra. Não faz sentido você dar a sua vida por outra pessoa, sejamos um pouco egoístas então. Se tivermos que amar alguém acima de tudo, que seja a nós... Pois só assim não vamos nos machucar tanto nos decepcionando com as outras pessoas que nos amam como as amamos. Eu deveria rir em momentos que descubro que a recíproca não é verdade... Deveria ter pena de quem não sabe amar como eu amo, mas quem disse que é possível? Não é. O amor nos torna fraco para então ficar sensível diante do fato de amar e não ser amado... Ou apenas o fato de amar e não conseguir ser o melhor. Amor não é sinônimo de felicidade. Afunda e machuca, destrói o coração, um pedaço do peito... Por uma coisa que eu ainda não sei... A dor de antes não é a mesma de agora; aos poucos eu já não sinto mais nada. Eu to matando o que me resta de humanidade e sensibilidade ? Não me importo com tanto que isso seja o melhor e não me faça chorar mais... Porque eu sei que ninguém merece minhas lágrimas de verdade, não mesmo. Principalmente aqueles que são sádicos e sorriem em vê-las. Porra é desperdício de bom sofrimento!