sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PLEASE PLEASE!

Não é como se eu fosse me importar caso você fosse embora. Não é como se fosse doer, ou como se eu fosse te mandar cartas após beber meia garrafa de gim porque não suportei não encontrar seus braços ao meu alcance. Não é. Pra mim tanto faz. Ficar. Ir. Quem realmente se importa? Não me olhe com esse ar de desconfiança, de quem acha que tudo não passou de um plano diabólico para, no final, rir de toda essa droga. Apenas me olhe mais uma vez e comprove, o quão falsa eu posso soar. O quão patética pode ser minha voz ao dizer que eu também amo você.

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