Uma dor muito chata. . . Incomoda. Fere tanto, me faz desabar de uma forma que não parece nem mesmo ser real de tão fundo que é o abismo que eu acabo tropeçando e caindo. Eu desço e desço como nunca antes, e eu me sinto sozinha lá embaixo. . . E eu não gosto de ficar sozinha, porque isso machucando muito mais no peito. . . Do que estar com pessoas falsas. . .Não. Não é assim, eu me sinto mal estando com elas também! Ela me faz mal, e eu não consigo conviver com isso, e eu acho que às vezes aquele abismo que eu venho abominando é o melhor lugar do mundo pra me enfiar todas as vezes que eu percebo que essas pessoas falsas são as que eu mais gosto e mais admirava.Agonia. Uma agonia que me sufoca me engole, me. . . Mata. Eu me sinto tão presa à algo e alguém que eu nem sei o que é ou quem é, e isso me deixa quebrada, partida. . . Como tomar um rumo sem saber a direção correta que eu devo ir? Meus instintos já sumiram e se apagaram da minha mente, do meu corpo, e nada mais eu consigo trilhar por vontade própria. Tornou-se mais difícil ainda respirar se eu realmente não sentir meu corpo gritar por ar, ignorando o torpor maldito que me adornar me tirando todo o tino de uma realidade inconsistente.Se eu morrer. . . Eu talvez seja a ultima, a saber; obrigada ao meu torpor.quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Nem acredito mais, é apenas (...)
Uma dor muito chata. . . Incomoda. Fere tanto, me faz desabar de uma forma que não parece nem mesmo ser real de tão fundo que é o abismo que eu acabo tropeçando e caindo. Eu desço e desço como nunca antes, e eu me sinto sozinha lá embaixo. . . E eu não gosto de ficar sozinha, porque isso machucando muito mais no peito. . . Do que estar com pessoas falsas. . .Não. Não é assim, eu me sinto mal estando com elas também! Ela me faz mal, e eu não consigo conviver com isso, e eu acho que às vezes aquele abismo que eu venho abominando é o melhor lugar do mundo pra me enfiar todas as vezes que eu percebo que essas pessoas falsas são as que eu mais gosto e mais admirava.Agonia. Uma agonia que me sufoca me engole, me. . . Mata. Eu me sinto tão presa à algo e alguém que eu nem sei o que é ou quem é, e isso me deixa quebrada, partida. . . Como tomar um rumo sem saber a direção correta que eu devo ir? Meus instintos já sumiram e se apagaram da minha mente, do meu corpo, e nada mais eu consigo trilhar por vontade própria. Tornou-se mais difícil ainda respirar se eu realmente não sentir meu corpo gritar por ar, ignorando o torpor maldito que me adornar me tirando todo o tino de uma realidade inconsistente.Se eu morrer. . . Eu talvez seja a ultima, a saber; obrigada ao meu torpor.
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